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A memória da gastronomia tradicional portuguesa das tabernas do início do século passado desvanece-se entre twists, reinterpretações e novos conceitos. É casa de pequenos-almoços, brunches, almoços e lanches e, agora, também de jantares. É perfeito para refeições rápidas sem hora marcada, já que a cozinha nunca fecha.
Deve o nome à parte de mercearia, onde tem uma selecção de produtos de charcutaria e queijos para escolher e comer numa das mesas do lado ou levar para casa. Filha da mítica Maria Paola, fundadora dos restaurantes Casanostra e do Casanova, Erica tem trilhado o seu caminho a solo, dentro da cozinha, depois de ter trabalho em cinema, como caracterizadora. A lista abaixo dá-lhe alguns dos melhores sítios da cidade para treinar o sotaque italiano enquanto gesticula de prazer a cada garfada. As novidades na restauração multiplicam-se de tal forma que, à medida que damos conta dos restaurantes que abriram nos últimos meses, novas mesas já nos esperam.
Os aromas irresistíveis das padarias locais, com pães fresquinhos e doces tradicionais, se misturam às delícias dos restaurantes familiares que servem receitas passadas de geração em geração. Lisboa, com suas ruas de paralelepípedos e a luz dourada que banha a cidade, é um verdadeiro paraíso para os amantes da gastronomia. Além de assegurar um lugar à mesa, a reserva permite que você explore o menu com calma e escolha os pratos que mais lhe agradam. Outro destaque é o Restaurante A Cevicheria, que combina a cozinha peruana com um ambiente vibrante e uma pequena esplanada onde os clientes podem saborear deliciosos ceviches e pisco sours ao ar livre.
O dono é libanês, mas já está em Portugal há vários anos, com outros negócios, entre eles um restaurante cuja especialidade é hambúrgueres. No caso do Sumaya, a história foge ao típico restaurante de família de imigrantes sem outro rendimento, como eram restaurantes príncipe real os de Paris. Mas a cozinha da região do Crescente Fértil, onde estão a Síria, a Jordânia e o Líbano, tem outra elegância e complexidade. Era comida que cheirava a calor, sem ser tropical; o exotismo da Índia com a frescura das ervas italianas; carnes com pistáchio, tudo com pistáchio. Na altura, final dos anos 90, a cozinha libanesa era muito procurada entre a comunidade intelectual de Saint-Germain-des-Prés, igualmente tesa. É que samba sem um prato à frente não enche barriga.
Os bons pratos e petiscos desta casa são obra da mulher, Fátima. E muito se deve ao senhor João, a alma do restaurante, bem como a dona Adelaide, que toma conta da cozinha como ninguém. “Alfredo é só o nome comercial”, responde Albino José Miguel, que comprou esta casa há 28 anos, depois de andar uns quantos pela Suíça a ganhar prática no mundo da hotelaria. Os avós fundaram-na há 70 anos, vindos de Sesimbra, e desse tempo ficou a casa na família e o nome – pratos, nem um. Os pratos do dia anunciam-se à porta num papel branco com meia dúzia de sugestões, de bacalhau à minhota ao cozido à portuguesa, de jaquinzinhos com arroz de tomate a cabidela ou pernil. Com poucas mesas, não há momento nas refeições em que a azáfama acalme, tal é a procura, tanto de clientes habituais como de turistas que acabam ali a comer (alguns levados pela mão de guias que conhecem bem os nossos segredos).
O restaurante, inspirado no filme “Lost in Translation”, é a personificação da cultura japonesa atual, onde as tradições se fundem com o cosmopolita. O Miss Jappa é um local irreverente que o vai transportar para o pulsante ambiente de Tóquio e desafiá-lo a degustar diferentes pratos japoneses. O espaço, da autoria do Chef Kiko, tem um grande polvo suspenso no teto, a sua imagem de marca, e é paragem obrigatória para quem passa pelo Príncipe Real.
A versão portuguesa do restaurante italiano de Jamie Oliver, o famoso chefe, tem três pisos com 174 lugares, com direito a sala privada e dois terraços com vistas incríveis. Nada mais justo que a primeira indicação ser de um restaurante de comida portuguesa, né? Veja tudo sobre os restaurantes no Príncipe Real em Lisboa, um famoso bairro de residências luxuosas do século 19 que não pode ficar de fora do seu roteiro. Das barracas de comida de rua, que oferecem petiscos autênticos, aos mercados que vendem ingredientes frescos e exóticos, a diversidade de sabores encanta os paladares mais exigentes.
Com a pandemia, o restaurante, de ambiente moderno e sofisticado, ganhou uma esplanada acolhedora, que se mantém até agora. A carta de cocktails é grande e tem sugestões fora da caixa como o popping lolo, com gin, licor de flor de sabugueiro e peta zetas. “A ideia é isto ser uma cena muito tranquila, descontraída, para vires com os teus amigos comer, beber um copo”, diz. Não por ter dúvidas na qualidade do que serve, porque aí sabe bem o que está a ser feito na cozinha, mas antes porque não quer ter amarras. Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. “Aqui está”, também, uma boa maneira de partilhar comida com amigos e família.
Para finais de tarde felizes ou longas noites de copo na mão, estes são os melhores sítios para beber um copo no Príncipe Real. As melhores coisas da vida são gratis O bairro mais cool de Lisboa também privilegia, claro, de divertidos, icónicos e sofisticados bares. “Se a união faz a força, a partilha faz a mesa.” É este o conceito do Tapisco — o restaurante de tapas e petiscos do Chef Henrique Sá Pessoa. Mais que sushi, vai encontrar uma verdadeira reinterpretação dos sabores nipónicos, acompanhados pelos melhores cocktails.
Veja nossa matéria de Seguro Viagem para Europa com tudo o que você precisa saber sobre o assunto, quais são os melhores seguros e dicas para fazer um excelente seguro por um preço incrível economizando muito. A casa é conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia. Agora veja tudo sobre os restaurantes no Príncipe Real em Lisboa. Além de parques, edifícios históricos e lojas de antiguidades, a região também conta com restaurantes de altíssimo nível. Com uma variedade de opções que vão desde pratos típicos a criações inovadoras, essa região se destaca como um verdadeiro paraíso para os amantes da boa mesa. Descubra o que torna este bairro um verdadeiro paraíso para os amantes da boa comida e deixe-se surpreender por experiências que prometem aquecer o coração e satisfazer a alma.
A comida mantém os princípios da partilha e as referências de várias partes do mundo. Abriu há seis anos, mas têm sido várias as mudanças na cozinha desde então. É caso para dizer que a pandemia veio dar uma nova vida à Tascardoso, que ganhou uma esplanada generosa e bem concorrida – até então tudo o que tinha era quatro mesas à porta.
A Nonna Goes Crazy é agora um pequeno restaurante, quase escondido, entre a Avenida da Liberdade e o Príncipe Real. A ideia era entregar massa fresca e pronta em casa e o sucesso foi tal que a ambição já não cabia apenas no Instagram, onde tudo parecia acontecer. A partir das 16.00 (e até à hora do jantar, 19.00), há ainda espaço para um bom aperitivo italiano.